Como pensar em cupcakes e deixar de fora a baunilha? Se vocês forem observar, o extrato entra em 99% das receitas. Logo, tá na cara que temos que usar algo de bom, não é?
Já que é meio chato de achar favas de baunilha e até mesmo o extrato dela, resolvi entrar em contato com Valeso para saber como comprar os produtos de baunilha deles. E não é que eles resolveram mandar alguns para sortear aqui no blog?
Sobre a Valeso
A Valeso é uma empresa essencialmente agro ecológica voltada para a produção e processamento de especiarias finas orgânicas. Tudo isto é feito promovendo a preservação do meio ambiente. Então, além de excelente qualidade, eles tem cuidado com o nosso planeta.
Muito obrigada ao pessoal da Valeso por essa gentileza. 🙂
O prêmio
Os prêmios serão 6 favas de baunilha e 6 extratos de baunilha distribuídos – 1 prêmio para cada – aleatoriamente entre 12 ganhadores.
Regras
Para ver as regras que se aplicam a este e todos os nossos sorteios, veja o regulamento.
Como participar
Simples demais: Deixe um comentário abaixo. Somente uma entrada por pessoa, com exceção das condições abaixo (para aumentar as suas chances):
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O resultado
O ganhador será escolhido aleatoriamente dentre os comentários, que serão encerrados na meia-noite do dia 01/11/2015. O resultado sai dia 02/11/2015 aqui mesmo no topo da página do sorteio.
Gente, estou arrumando tanta coisa para vocês até o fim do ano que eu estou me sentindo o próprio Gugu. Tem ebook, vídeo, o tal do modelo de contrato de encomenda, galeria de blogs de confeitaria, aplicativo para celular e sorteio à torto e à direito. Fiquei cansada e tonta só de digitar tudo isso!
Amanhã tem sorteio. Veja aqui no nosso Instagram o que você vai ganhar!
Então, hoje tem dica rápida para titia poder voltar pra labuta.
Sabe quando a gente precisa fazer um bolo em camadas e o bendito sai do forno quase parecendo um vulcão de tão alto no centro? E também com as laterais bem torradinhas? Aí você tem que “depilar” o bolo todo para ele se tornar apresentável.
Pois as pessoas do mundo encontraram solução para este acontecimento culinário. Basta colocar uma faixinha de pano ao redor da assadeira. Sim, você vai colocar uma cinta na sua forma.
Esta bem bonitinha e fofa é da Wilton. Não encontrei em lojas online. Mas não temam, você pode fazer uma faixa qualquer com aquela camisa de algodão sua que tá com tanto buraco que tá ficando na moda de novo.
Olhem a diferença entre dois bolos, um assado sem a faixa (esquerda) e outro com a faixa (direita).
Pronto, dica entregue.
Para alegrar o seu dia, vamos lembrar da pureza/esperteza das crianças. No vídeo abaixo, o pai pergunta várias vezes pro filho Jack se ele comeu algum cupcake nos últimos minutos. Era um cupcake azul que distribuíram no jogo dos NY Giants – a cor do time é azul. Acredito completamente no menino. Que provas o pai dele tem pra desconfiar de uma carinha tão inocente?
PS: Aqui em casa é do mesmíssimo jeito, só que com Nutella.
Sabe aqueles dias (ou semanas) em que tudo que você toca dá errado? Atualmente, estou neste período. Chamo de TPM (Tudo Produz M****) culinária. A cobertura dos cake pops derreteu toda, o chocolate engrossou demais e não deu para cobrir o que eu queria, deixei o brownie assar demais e por aí vai.
Este apartamento é um forno, pega o sol da tarde. A contrapartida é que é ventilado por aqui. Só não na cozinha. Quando o forno tá ligado não tem quem aguente. O problema de fato é o que o calor faz comigo. Meu marido diz que existem duas Angélicas: a versão doidinha de mim (que é a normal) e a Angélica quando acorda. A Angélica com calor é uma versão potencializada da Angélica quando acorda.
Gente, as pessoas não nasceram para acordar sorrindo e conversando. Antes, minha mãe me acordava para comer. “Mãe, se eu estivesse com fome, estaria comendo. Eu tô é com sono, me deixa dormir.” Acho que daí que vem meu trauma. Sendo que agora quem me acorda é o Sérgio.
Então decidi esperar este momento “zica” passar, sair da cozinha e enfiar a cara no ebook. O capítulo 1 já está pronto. Enquanto isso, vou deixando vocês com algumas dicas bacanas durante a semana. Assim nosso livrinho sai mais rápido. Combinado?
O primeiro é feito com 3 pratos comuns e dois castiçais. Basta usar a cola apropriada e olha que resultado lindo!
O segundo é feito com aqueles pratos de plástico resistente que foram tingidos com tinta spray. Em vez dos castiçais, foram usados copos do mesmo material – que é bem resistente – unidos com cola quente.
Se você quiser ver mais ideias, basta digitar no tio Google ou no tio Pinterest: “diy cupcake stands”.
A gente fala tanto do Buddy por aqui, mas já faz um tempinho que tem notícia dele no blog. Até que vi que ia haver uma versão brasileira do Batalha dos Confeiteiros, programa onde tio Valastro escolhe dentre 14 participantes aquele vai trabalhar com ele na famosa Carlos Bakery.
Quando vi que era o próprio Buddy que ia apresentar, meio que duvidei do formato, afinal ele não fala nenhuma palavra em português que não seja “brigadeiro”. Como isso iria funcionar?
https://www.youtube.com/watch?v=T-7wRIAMXOU
A Record, como tem feito recentemente, deu um tapa na cara de todo mundo. Como o programa é gravado, o Buddy é dublado pela mesma pessoa que o dubla nos programas da TV fechada (Discovery Home and Health e TLC), todos da equipe tem um ponto eletrônico no ouvido para que a comunicação funcione de forma fluida. O processo e o tempo de tradução entre os participantes e Buddy não fica visível para gente por conta da excelente edição.
A escolha dos participantes foi feita à dedo. É a medida certa de talento com drama – ao contrário do que acontece no Bake Off Brasil (BOB). A inserção dos patrocínios também é muito superior. Enquanto no BOB, a Oral B decidiu presentear todos com um kit com 1 pasta, 1 enxaguatório bucal e 1 escova de dente, a M&M deu ao grupo ganhador do segundo episódio do BDC uma caixa cheia de produtos, bichos de pelúcia da marca, etc.
Sem falar que o Buddy é o que “vende” o programa. Ele é carismático e exigente ao mesmo tempo. Tem talento e é reconhecido mundialmente. Eu nunca tinha ouvido falar de Carol Fiorentino (que deve estar ali porque sua irmã também é da emissora) e “Faz Bico” Fazano antes.
Dá para notar que todos os participantes tem uma ânsia louca pela aprovação do chef. Quem viu o segundo episódio, sabe do que eu estou falando. O Rick explodiu em lágrimas na hora do julgamento final, ao explicar que estava instável emocionalmente porque o Buddy passara por ele no corredor e não o cumprimentara. (Falei bonito, né?)
O programa vai ao ar todas as quartas-feiras na Record às 20:30. Também está disponível no Discovery Home and Health, com uma semana de diferença, às terças, 19:30. As pessoas das Internetz são como são e botaram os dois episódios no Youtube. Os vídeos estão aqui embaixo.
Bom, o que vocês acharam do programa? Qual é o melhor dos dois? #TimeVaiDeRetroRosangela
Chocolate com menta é uma daquelas combinações que a gente vê muito lá fora, mas não são tão tradicionais por aqui. É parecido com o abacaxi com coco lá fora e o abacaxi com hortelã aqui.
Adorei a massa de chocolate, ficam lindos e ricos. A única reclamação é que tive que usar meio vidrinho de essência para poder dar gosto na cobertura – usei a da Mix. Mas tudo isso vai deixar de ser problema quando meu extrato de hortelã natural estiver pronto no fim do ano.
O cupcake é refrescante, suave, um petisco delicioso. Da próxima, eu faço na forma de mini cupcakes, vai ficar um charme.
Cupcakes de chocolate com menta
Massa
1 xícara de açúcar
2 xícaras de farinha de trigo
1/3 xícara de chocolate em pó
1/2 colher (chá) de bicarbonato de sódio
1 pitada de sal
2/3 xícara de buttermilk ((ou leite + 1 colher (sopa) de limão))
2/3 xícara de café forte e fresco ((sem açúcar))
1/2 xícara de óleo vegetal
2 ovos
Buttercream
1/2 xícara de manteiga sem sal à temperatura ambiente
2 xícaras de açúcar de confeiteiro
1 colher (sopa) de leite
1/2 colher (chá) de essência/extrato de menta
Corante verde
Pré-aqueça o forno em 175 graus e prepare as forminhas.
Misture e peneire os secos: açúcar, trigo, chocolate, bicarbonato e sal.
À parte, misture levemente o buttermilk, o café, o óleo e os ovos com um garfo.
Junte as duas misturas e mexa até que fique homogêneo.
Despeje nas forminhas e leve ao forno.
Cobertura
Bata a manteiga até que fique bem clara e fofa.
Aos poucos, adicione o açúcar.
Acrescente o leite misturado com a essência e o corante e bata até atingir a consistência desejada.
A quantidade de corante vai depender do tipo que você estiver usando. Os líquidos, geralmente, são muito ralos. Já os em gel ou pasta são bem concentrados. Comece adicionando uma gota e vá aumentando até chegar no tom desejado.
Aprenda a fazer doces em casa. Olha a nossa página de cursos online!
Você está aí, sentada, com a mão na cabeça de preocupação com a tal da crise, não é? Bom, a uma altura dessas, você já aprendeu que mesmo em tempos ruins as pessoas não param de comer. Então, vamos mostrar uma lista com mais de 50 itens que você pode fazer a partir do conforto do seu lar para faturar um extra. Percebam que alguns itens são o mesmo produto, mas em apresentações diferentes.
Uma massa crocante, recheada com doce de leite e coberta com chocolate. Apesar do doce ter origem espanhola, ele ganhou a boca dos brasileiros. Até no palito eles já estão vindo.
Apesar de não serem muito comuns por aqui, os barks são feitos de uma base de chocolate (branco, ao leite, meio amargo, qualquer um) que leva literalmente qualquer coisa como cobertura: nozes, frutas secas, cereais, doces/bombons/balas, etc. São muito simples de fazer e dá para personalizar de vários jeitos. Existem até versões mais light usando iogurte como base (tipo um frozen yogurt).
As barrinhas doces ainda não são bem uma moda aqui no Brasil, mas são uma delícia. Elas tem uma base de bolo, chocolate ou biscoito e uma cobertura ou recheio cremoso.
Ocasiões mais festivas pedem um bolo decorado, não é mesmo? Não importa se é com pasta americana, glacê, chantilly ou até mesmo um naked cake, eles são essenciais.
Receitas: Bolo Kit Kat, Bolo churros
Brigadeiros
Há muito que os brigadeiros eram coisinha de festa de criança. Eles cresceram e adentraram o mundo gourmet.
Receitas: Brigadeiro tradicional, 17 receitas de brigadeiro
Brittle
O brittle é um tipo de doce caramelado com algo crocante, meio que parecido com o pé de moleque ou aquelas barrinhas de gergelim. Dá para usar qualquer noz disponível.
Não confunda-os com os cake pops. Os cake balls são a fase inicial do cake pop. É bolo coberto com alguma cobertura como chocolate ou fondant. Seria quase um brigadeiro recheado com bolo. É um jeito de comer um bolo em uma mordida só. Perfeito!
Os cakelettes são bolos em miniatura que são tão lindos que dá pena de comer. São excelentes como decoração em uma mesa de festa, mas nada impede de serem vendidos para qualquer ocasião.
Cake pops
Os cake pops já são mais elaborados e estão, geralmente, em um palito. Servem de decoração já que dá para fazer arte até não poder mais com eles.
Cheesecakes
Outro sobremesa que veio de fora e ganhou a boca dos brasileiros. A massa crocante de torta, o recheio de cream cheese e uma cobertura doce foram uma sobremesa equilibrada.
Chocolates e trufas
Isso é uma trufa…
Ah, quem não gosta de chocolate? E chocolate recheado quem resiste? As trufas ganharam popularidade há alguns anos trás e vendem como água. Quer aprender a fazer? Vamos lá pro tutorial de trufas do Cozinha do Quintal!
Churros
Churros não é apenas doce de rua. Como o brigadeiro, ganhou variações de massa e de recheio.
Os cone cakes são bolos dentro de casquinhas de sorvete. Servem geralmente de decoração em festas, mas são uma delícia e podem ser vendidos em qualquer ocasião.
Cone trufado ou Cone recheado
Os cones trufados são aquelas casquinhas de sorvete cheias de chocolate e/outros recheios deliciosos.
Ah… os cookies. Eles ganharam uma variedade de sabores tão grande além do “gotas de chocolate” que ficam impossível imaginar um sabor só. O de aveia com passas é o meu preferido.
É cupcake, gente! Um bolo em miniatura, com recheio de cobertura. É fofo e não tem como não comer. É algo com o potencial de um bolo, mas para a gula individual.
Quem nunca provou um destes na infância? Não importa o nome, agora eles voltaram com tudo e estão se “gourmetizando”. A vantagem é que dá para fazer um monte por vez.
Doces cremosos
Você já deve ter visto no supermercado aqueles doces de leite com ameixa, doce de abóbora cremoso. Em algumas regiões, tem o doce de japonês que é feito com as frutas bem picadinhas.
Doces em calda e compotas
Não sei por aí, mas cresci com muita gente na família fazendo doces em calda. São feitos com a fruta inteira ou em pedaços, são baratos de fazer e duram por bastante tempo.
Docinhos
Festa não é festa sem docinho. É fato. Não importa se é olho de sogra, bicho de pé, brigadeiro. São simples de fazer e sucesso garantido.
Donuts
Vi em um documentário sobre açúcar que as rosquinhas são tão viciantes por conta de proporção perfeita de gordura e açúcar na massa. Preciso dizer mais?
Nem só de pipoca salgada vivem as salas de cinema. A pipoca doce é preferida de muita gente.
Pudim
Sobremesa preferida do brasileiro, o pudim tem as suas variações é bem fácil de ser feito.
Push pop cake
Parecido com um bolo de pote só que em uma seringa bem grande. São ótimos para decoração de festas.
Rocambole ou Bolo de rolo
Não importa o nome ou o recheio (chocolate, doce de leite, goiabada, morango…), sempre que se passa na padaria, a gente pega um pro cafezinho do fim da tarde.
Rocambole decorado
Além do rocambole simples, dá para vender o decorado e cobrar o diferencial do “design”, não é?
Sobremesas cremosas
Brigadeirão, flans, pavê, delícia de abacaxi… são tantas sobremesas no cardápio do brasileiro. Que tal vender tudo isso em potinhos?
Suspiros
Quem disse que suspiro é somente para decorar? Já tem suspiro de todo sabor e até recheado!
Tortas
Eu troco qualquer bolo por uma bela torta de maçã. A vantagem é que dá para fazer tortinhas individuais para venda.
Torta cremosa
Não confunda torta com bolo recheado. A massa crocante e o recheio cremoso fazem sucesso. Quem nunca comeu torta de limão?
Whoopie Pies
O whoopie pie é quase um biscoito recheado, mas a massa é mais leve, como se fosse um bolo.
Em cada um destes doces, é possível variar tanto na apresentação (tamanho e estilo) como nos sabores.
A primeira forma de cupcake que comprei foi uma da Meister pelo site da Barra Doce. Antes disso, eu usava aqueles copinhos de alumínio para quindim ou petit gateau para fazer cupcakes.
Depois dela, comprei mais duas formas de alumínio. Também tenho mais 2 para mini-cupcakes e 1 de mini-rosquinhas. Agora que todos fomos apresentados, vamos observar algumas coisas…
Sábado à noite fiz cupcakes de sonho de valsa, uma receita que estava martelando na cabeça há semanas, e a receita rendeu 16 cupcakes. Uma dúzia para a forminha de alumínio e 4 para a forma escura.
Peguei uma imagem da net para ilustrar porque não sabia que isso ia virar post 🙂
Imaginem o seguinte:
A forma da direita, com as setas amarelas, era a de alumínio;
A da esquerda era a forma escura, que tinha apenas 4 cupcakes;
O resultado foi este:
Estudo sobre o efeito do material e/ou cor da assadeira na cor e cozimento do cupcake
Para conhecimento geral, usei massa pronta de baunilha, a da Yoki Betty Crocker. As formas foram colocadas e tiradas do forno ao mesmo tempo. O forno estava no mínimo durante 25 minutos – 175 graus.
A forma de alumínio
Os três cupcakes de baixo estavam na forma de alumínio. Vejam que ficaram bem clarinhos. Mas tem um porém, um entretanto, um mas.
Olhem para os cupcakes da linha do meio, menos o da direita, ou seja, olhem para os dois primeiros cupcakes da linha do meio. Eles estavam do lado esquerdo da assadeira, bem pertinho da forma escura. Eles ficaram mais “coradinhos”. É como a gente ir à praia, só ficar embaixo do guarda-sol e ainda sim ficar meio vermelhinha. *São os com seta amarela na imagem lá em cima.
A forma escura
Os três cupcakes da linha de cima são todos da forma escura. Deu pra notar que ficaram mais bonitos, né? Aquela coisa bronzeada, com o topo arrendondado nas bordas, sem a aparência murcha dos outros.
No fundo não queimou e a casquinha não ficou grossa. Atribuo isso à massa que é super fofinha. Vejam o resultado abaixo.
Conclusão
É óbvio que a forma escura retém bastante calor. Quando quero a massa bem branquinha no fundo, tenho que encaixar uma assadeira dentro da outra.
Minha mãe sempre pré-aquece o forno no máximo e deixa o forno à toda quando coloca o bolo. O resultado são bolos com a casca grossa (mas gostosos, viu, mãe?), com o topo bem alto e com um belo tom dourado por fora. Penso que é o mesmo efeito em escala menor com os cupcakes na forma escura. Observem que até a cor do topo do cupcake muda.
Então, se eu cupcake fica murcho ou queima no fundo, a sua assadeira (cor e material) pode ter culpa no cartório. A solução é regular o forno para cada situação.
Obs: A forma da Meister, a escura, é de aço enquanto as claras geralmente são de alumínio. Existem também as de silicone, porcelana/cerâmica, etc.
Prometi mostrar como fazer rocamboles decorados ontem, não foi? Do que vi por aí, há 3 abordagens para a decoração:
Fazer uma massa diferente para o desenho e assá-lo brevemente antes de jogar a massa branca por cima;
Tingir uma parte da própria massa e assá-la por alguns minutos antes de levar tudo ao forno e;
Tingir uma parte da própria massa, levá-la ao freezer por alguns minutos, jogar a massa por cima e levar tudo junto ao forno.
Como eu sou uma pessoa extremamente preguiçosa, prática, testei as duas últimas. É muito mais fácil levar ao freezer por uns minutos e levar tudo ao forno. Quando eu assei previamente a própria massa (caso 2), ela ficou um pouco dura e rachando quando eu enrolava o rocambole.
Rocambole decorado
4 ovos
1 colher (chá) de cremor de tártaro
1/2 xícara de açúcar
1/4 de xícara de manteiga derretida
3/4 de xícara de farinha de trigo
Bata as claras em neve com o cremor de tártaro e 1 colher (sopa) do açúcar e reserve
Em uma tigela separada, bata as gemas com o resto do açúcar até ficar bem claro e fofo. (Lembre de peneirar as gemas para evitar o cheiro de ovo)
Acrescente as claras, mexendo delicadamente.
Adicione, alternadamente, a farinha de trigo e a manteiga derretida.
Depois de tudo misturado, separe aproximadamente 1 xícara da massa.
A montagem
Estou usando fotos de vários tutoriais para ilustrar bem cada passo.
O primeiro passo é decidir o desenho. Se você quiser pode fazer à mão livre. Mas se tiver os mesmo nível artístico que eu, imprima algum desenho bacana e simples e coloque no fundo da forma e cubra com o papel manteiga.
Então, com a sua massa já tingida (qualquer corante serve), é hora de começar a cobrir as linhas. Se você achar que a massa está líquida demais, deixe uns minutinhos no freezer. Lembre que você vai desenhar com ela. Então, se ela estiver mole demais, vai escorrer e corre o risco de uma linha virar uma faixa.
Agora leve ao freezer ou congelador e deixe lá por 10 minutos. Se você estiver fazendo um desenho mais complexo, finalize cada parte e leve a geladeira por 5 minutos entre cada fase.
Depois de tudo desenhado, jogue a massa do rocambole por cima do desenho com bastante cuidado para não tirar nada do lugar. Alise bem a massa para espalhá-la na forma.
Leve ao forno médio por 10 minutos, por ser muito leve, ela assa bem rápido. Não pisque nem respire a não ser que extramente necessário. 🙂
Quando retirar do forno, ainda morno, ponha uma folha de papel manteiga em uma superfície e “desenforme” a massa. O desenho vai ficar para cima e você deve remover, com cuidado, o papel manteiga que estava na base.
Cubra o bolo com uma outra folha (é a 3ª que usamos) de papel manteiga e vire o coitado de modo que o desenho fique para baixo.
Você deve enrolar o bolo, junto com o papel manteiga, para que ele se “acostume” com o fato de que vai ser um rocambole. Não precisa rechear ainda, enrole como se o papel manteiga fosse o recheio.
Depois da memorização rocambólica, abra o pobre coitado de novo e coloque o recheio de sua preferência. Mais uma vez, meu nível de preguiça praticidade mandou eu botar goiabada derretida. O blog AndCute (fotos) usou um creme maravilhoso de chocolate branco, chantilly e morangos.
Espalhe apenas pelo centro, ficando longe das bordas. Quando você enrolar ele, o recheio se espalha, então fique atento com a lambuzeira.
A moda dos rocamboles decorados não é nova, mas apenas recentemente eu me aventurei a fazer um. Foram os 20 minutos mais rápidos de uma receita. São várias etapas, mas não tem nada complicado. Amanhã vou trazer a receita para vocês.
Por hoje, vamos ficar com a inspiração. Vão reservando os ovos, o trigo e o açúcar. Ah e não esqueçam do nosso amigo, o papel manteiga!
Sabe quando, não importa o que você faça, o fundo da forminha ainda fica pingando de gordura? A massa fica boa, até uma delícia, mas lá está o fundo da forminha de papel acabando com a estética do seu cupcake…
Além de uns ajustes na receita, tem um truque que pode ajudar você a resolver isso. A solução para o seu problema está na despensa, perto do feijão.
Sabe quando a gente joga arroz para absorver a umidade no saleiro? Aparentemente, o arroz é uma esponja e sai sugando tudo que aparece na sua frente. Então, botem uma colherzinha de arroz no fundo da cada cavidade da assadeira, apenas o suficiente para cobrir o fundo e prossigam como de costume com os cupcakes.
Com arroz, do lado esquerdo e do lado direito com gordura e sem o arroz.